Seu Gemini Advanced "grátis" pode ter sido obtido com o framework Magisk

Jarvis ago 30, 2026

Como um Redmi virou um Pixel 9 e garantiu um ano de assinatura de IA?

No ano passado, o Google deu um pacotão para compradores do Pixel 9: um ano de Gemini Advanced + 2TB de armazenamento em nuvem, no valor de mais de dois mil reais. A intenção era vender celulares e promover IA, mas os aproveitadores esgotaram a promoção.

O mais absurdo é que eles não usaram nenhum software hacker, e sim o famosíssimo Magisk, ferramenta open-source do mundo Android.

Uma máscara para o celular "mudar de identidade"

Quem já mexeu com Android conhece o Magisk — aquele logo de máscara. O uso legítimo é para fazer root, remover anúncios e instalar plugins. Os geeks o usam para dar sobrevida a aparelhos antigos, às vezes por mais dois anos.

Mas desta vez, alguém o usou para fazer uma coisa: fazer um celular comum se passar por um Pixel 9.

O princípio não é complicado. No Android, há um arquivo que registra "quem sou eu, qual modelo, qual ano de fabricação". O Magisk tem um módulo que altera esse arquivo em tempo real. Combinado com alguns plugins para evitar detecção, um Redmi de algumas centenas de reais se torna, aos olhos dos servidores do Google, um "Pixel 9 Pro recém-saído da caixa".

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